afinal aquelas braçadas que deixo para trás, em que só faço metade, que paro, que desisto, que choro, e que eu digo que nao significam nada. pelo contrário essas significam mais do que as outras.
porquê? porque que eu acho que estou a conseguir, há sempre alguma coisa que me faz rebaixar.
tudo muda, os pensamentos, o espirito de sonhador, sucesso, destino, a capacidade de sofrer, a horas de dedicação e depois desse dia." onde está a Catarina?" não está. esse dia acaba num grito, numa lágrima, numa dor.
bocas, avisos, repreensões que recusei ouvir, e eu respondia como se tudo fosse mentira, como se tivesse razão. obrigado por tudo o que disse, todas as verdades em que eu hoje pensei como nunca. obrigado por me ajudar mesmo que eu responda sempre mal, obrigado por me tentar conduzir ao caminho de sucessos, obrigado pela indiferença que só me fez bem, obrigado por se cansar de repetir tudo aquilo que eu insisto em não ouvir. obrigador por me magoar , consigo sentir melhor o significado de tantos anos, obrigado pelo tempo que gasto que nao levou a nada, obrigado por tudo. eu prometi que tudo o que me disse vai ganhar força de vontade de alguém persistente e sonhador. porque mais uma vez, tinha toda a razão, mais uma vez eu nao quiz ouvir mais uma vez eu nao fiz o correcto. eu prometi que vou voltar para trás, recuar até ao tempo onde me conhecia.
porque só depois de ver o que temia, percebo.
promessa*