O meu desejo tornou-se maior, enorme. Havia sempre alguma maneira de fazer morrer. continuei a subir uma escada de muitos tempos. cada vez que subia uma teria de voltar a descer duas. afigurava-se que permanecia quase sempre no mesmo sítio (tempo). e nessa altura, nesse sitio, e nesse minuto e nove, eu fui ao céu, peguei num pincel gigante e levei todas as cores comigo, cada uma transmitia mais alegria que a outra.
no dia anterior do meu maior sonho, tudo acabaria num minuto e nove como iniciou. quando me apercebi do que se passara, tudo imobilizara constava-me que não passaria de pesadelo ou de um mero pensamento meu. todavia, fazia tudo parte da realidade.
posteriormente a tudo morrer, teria de começar de novo. a minha escada não chegava ao fim, por mais que a luta fosse grande, magnifica, extensa ou duradoura.
hoje a minha escalada de tempos não chega ao andar onde eu sempre quis. continuo a subir e a descer, sem expectativa do meu andar. contudo com a esperança de subir sem descer ...


segunda-feira, 12 de julho de 2010

saudades, muitas |:


Saudades do teu do teu rosto, do teu cheiro, do teu gosto, da tua pele, dos teus abraços…

Saudades do conjunto de ti. Saudades de ti…

Saudades que me abalam e não consigo parar de pensar em ti. Saudade que dou por mim a rir de pensar nos nossos momentos. Saudades que me dá vontade de te ligar só para ouvir a tua voz. Saudades que me dá para imaginar o que estarás a fazer. Saudades que me faz fazer planos para a próxima vez que estiver contigo…

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