este texto não e meu, mas simplesmente quando o li, nao resisti em po-lo aqui. chorei e ainda continuo a chorar . A Ana também e uma grande amiga minha. das melhores que entrou na minha vida, e nunca ira sair. por tudo mesmo, deve ser das únicas pessoas que me apoiou quando mais precisava. e quando ajuda alguém não esta a espera que alguém lhe ofereça algo em troca. porque da tudo o que tem, e o que não tem para ajudar os outros. e mesmo que fique triste com os resultados, ela continua e diz que vale a pena, que consegue. o que a maioria das pessoas não faz, pensa que não vai conseguir, chegando sempre a conclusão que sim. e tao amiga, e nao e como as amigas que sao amigas so para dizer que as tenho, ou porque quero dizer amo-te . nao! ela significa muito para mim, e espero que continuo assim.
"Amanhã é outro dia, e o desafio é diferente. Como hoje o foi. E ontem. E todos os dias o desafio é diferente, mas todos os dias só há uma coisa a fazer: superá-lo. E uns fazem-no melhor que outros, outros fazem-no pior que alguns. Ninguém no seu perfeito juízo iria nadar dia após dia, durante horas a fio, quando podia estar a descansar, a passear com os amigos, a adiantar trabalho, a… São sacrifícios que podem não parecer tão difíceis quanto isso, se não se tiver em conta a sua duração. Dias, semanas, meses... Anos. E não há muita gente disposta a tanto sacrifício, não há muita gente com capacidade para tanto sacrifício. E para quê? Para fazer uma prova em menos tempo? Para perder com uma pessoa diferente, para ganhar a uma pessoa diferente, para ficar um lugar mais à frente? Para passar meio ano a tentar melhorar umas centésimas e nunca conseguir? Depois de tanto trabalho, para quê? Não sei dizer para quê. Mas sei dizer porquê. Só não me apetece. Com todo o respeito do mundo em relação aos demais desportos e atletas: a natação é um mundo à parte, e os nadadores são príncipes entre vocês, meros mortais. Não há muitos exemplos daqueles “alguns” que saibam o que é sacrificar-se sem razão lógica aparente. Daqueles que sabem o que é sacrificar-se para o que parece ser quase nada. Mas esse quase nada é muito. E há alguns que sabem isso muito bem. Pessoas que treinam quando mais ninguém quer treinar, que se esforçam mais ainda quando já toda a gente desistiu, que seguem em frente mesmo quando a corrente os manda para trás, quando parecem perder quase tudo, apenas para conseguir quase nada em troca. E a Ana Luísa Almeida Rojão é uma dessas pessoas. E melhor ainda, consegue fazê-lo sem nunca largar o sorriso, sem nunca deixar esquecida uma palavra de apoio, sem nunca se preocupar durante muito tempo com o que correu mal, porque tem sempre os olhos postos no objectivo seguinte. É um exemplo para toda a gente, e tenho muito orgulho e muita sorte em a ter como amiga. Até porque era a única pessoa que estava em cima da parede de chegada a gritar por mim quando fiz a melhor prova da minha vida. Obrigado Ana, por tudo."
by: Pedro Prazeres.
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