O meu desejo tornou-se maior, enorme. Havia sempre alguma maneira de fazer morrer. continuei a subir uma escada de muitos tempos. cada vez que subia uma teria de voltar a descer duas. afigurava-se que permanecia quase sempre no mesmo sítio (tempo). e nessa altura, nesse sitio, e nesse minuto e nove, eu fui ao céu, peguei num pincel gigante e levei todas as cores comigo, cada uma transmitia mais alegria que a outra.
no dia anterior do meu maior sonho, tudo acabaria num minuto e nove como iniciou. quando me apercebi do que se passara, tudo imobilizara constava-me que não passaria de pesadelo ou de um mero pensamento meu. todavia, fazia tudo parte da realidade.
posteriormente a tudo morrer, teria de começar de novo. a minha escada não chegava ao fim, por mais que a luta fosse grande, magnifica, extensa ou duradoura.
hoje a minha escalada de tempos não chega ao andar onde eu sempre quis. continuo a subir e a descer, sem expectativa do meu andar. contudo com a esperança de subir sem descer ...


sexta-feira, 27 de agosto de 2010

"Quanto maior a confiança, maior a traição"


quero a natação. eu quero voltar rápido. eu tenho mais saudadas daquilo que eu queria, e esteve prestes a acontecer. "saudade do que não existiu, dói bastante." mais do que aquilo que teve existęncia. e quando dás por ti a pensar, parece que alguém te queria penalizar, castigar ou te fazer sofrer. a solução é suportar, aguentar. quando alguem te relembra voltas a sofrer, relembras-te de todas as imagens e toleras. quomodo nada se vai alterar.
pode ser que venha a suceder inesperadamente, porque terá mais prazer, sabor e vontade.
esperar, confiar, trabalhar e aguardar? para quê?!
"Quanto maior a confiança, maior a traição"

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